Mesorregião do Vale do Jequitinhonha e do Mucuri
| • Apresentação • Área de abrangência e lista dos municípios |
Apresentação
A Mesorregião dos Vales do Jequitinhonha e do Mucuri abrange uma área de 111.653,63 km²(IBGE/2005), congregando 105 municípios dos estados de Minas Gerais, extremo sul da Bahia e norte do Espírito Santo. A população estimada em 2008 pelo IBGE é de 2.114.033 de habitantes, concentrando-se fortemente nos principais núcleos urbanos da Mesorregião: São Mateus, no Espírito Santo; Teófilo Otoni, em Minas Gerais; e Porto Seguro, Eunápolis e Teixeira de Freitas, na Bahia. As microrregiões de Diamantina e Almenara são as que registram as menores densidades demográficas e as demais microrregiões apresentam densidades que variam entre l4,08 e 17,00 hab/km². A população total da mesorregião corresponde a 1,11% do total da população brasileira e, deste total, 55,4% encontra-se distribuída nas microrregiões de maiores densidades.
A baixa qualificação, revelada pelos baixos índices de escolaridade dos trabalhadores e da população em geral, repercute na pequena participação do setor da indústria, seja extrativa mineral, que é mais importante na porção mineira da Mesorregião, seja na indústria de transformação, o que inviabiliza, ao menos a curto prazo, uma mudança no seu padrão de produção ou mesmo um incentivo às mesmas.
O nível de organização da sociedade civil é bastante desigual e não há como se prescindir de um período de aprendizado, em que se identifiquem instituições parceiras, prioridades de campo, formas adequadas de atuação e que se desenvolvam convenções que permitam bom fluxo de informações. A principal diretriz apresentada é o estímulo ao desenvolvimento de projetos integrados. Dessa forma, instituições com experiência de trabalho na região podem contribuir com outras em formação, ao mesmo tempo em que se aumenta a eficiência do gasto federal e se promove uma cultura de integração e de colaboração.
Destaca-se um quadro ambiental e humano que pode ser assim caracterizado: populações pobres e ainda predominantemente rurais, altas taxas de mortalidade infantil, baixa expectativa de vida, forte evasão populacional para outras regiões e estados, distribuição etária desigual, exibindo grande proporção de crianças e idosos.
Os principais motivos desses crescentes indicadores de evasão populacional da região são: o fim da pequena navegação do rio Jequitinhonha; dificuldade de manutenção das articulações comerciais com antigos centros urbanos da Bahia e de Minas Gerais; déficits de energia e infra-estrutura de produção e transporte; forte concentração fundiária, diretamente associada à liquidação dos restos de cobertura vegetal da Mata Atlântica e da ocupação desordenada das chapadas para o plantio de eucalipto, o que levou ao assoreamento dos cursos d’água, aguçando os desequilíbrios ambientais etc.
Neste sentido, investimentos no Capital Social demanda, antes de tudo, alterar o ambiente institucional, isto é, os valores, expectativas, normas e condutas dos sujeitos que protagonizam os processos sociais, a inclusão dos segregados e dos poderes públicos. O sentido da inclusão social reside, assim, na mudança institucional e está na gênese do desenvolvimento social.
A baixa qualificação, revelada pelos baixos índices de escolaridade dos trabalhadores e da população em geral, repercute na pequena participação do setor da indústria, seja extrativa mineral, que é mais importante na porção mineira da Mesorregião, seja na indústria de transformação, o que inviabiliza, ao menos a curto prazo, uma mudança no seu padrão de produção ou mesmo um incentivo às mesmas.
O nível de organização da sociedade civil é bastante desigual e não há como se prescindir de um período de aprendizado, em que se identifiquem instituições parceiras, prioridades de campo, formas adequadas de atuação e que se desenvolvam convenções que permitam bom fluxo de informações. A principal diretriz apresentada é o estímulo ao desenvolvimento de projetos integrados. Dessa forma, instituições com experiência de trabalho na região podem contribuir com outras em formação, ao mesmo tempo em que se aumenta a eficiência do gasto federal e se promove uma cultura de integração e de colaboração.
Destaca-se um quadro ambiental e humano que pode ser assim caracterizado: populações pobres e ainda predominantemente rurais, altas taxas de mortalidade infantil, baixa expectativa de vida, forte evasão populacional para outras regiões e estados, distribuição etária desigual, exibindo grande proporção de crianças e idosos.
Os principais motivos desses crescentes indicadores de evasão populacional da região são: o fim da pequena navegação do rio Jequitinhonha; dificuldade de manutenção das articulações comerciais com antigos centros urbanos da Bahia e de Minas Gerais; déficits de energia e infra-estrutura de produção e transporte; forte concentração fundiária, diretamente associada à liquidação dos restos de cobertura vegetal da Mata Atlântica e da ocupação desordenada das chapadas para o plantio de eucalipto, o que levou ao assoreamento dos cursos d’água, aguçando os desequilíbrios ambientais etc.
Neste sentido, investimentos no Capital Social demanda, antes de tudo, alterar o ambiente institucional, isto é, os valores, expectativas, normas e condutas dos sujeitos que protagonizam os processos sociais, a inclusão dos segregados e dos poderes públicos. O sentido da inclusão social reside, assim, na mudança institucional e está na gênese do desenvolvimento social.
Origem : Ministério da Integração Nacional
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