Quando dei por mim, estava ali, cozinhando em uma fonte mais do que natural, respirando um ar que até meu pulmão duvida. Mas ainda volto, volto pra casa da minha velha, enchê-la de riquezas que só este mundo precisa, pois o amor que precisamos, eu consegui aqui neste habitat, mais que natural, uma fonte que nasce das águas limpas, que me invade com ar puro, que me alimenta com seu chão ....
Garimpeiro, pra que mais amor do que esse que vem da natureza ?
Quando dei por mim, estava ali, cozinhando em uma fonte mais do que natural, respirando um ar que até meu pulmão duvida. Mas ainda volto, volto pra casa da minha velha, enchê-la de riquezas que só este mundo precisa, pois o amor que precisamos, eu consegui aqui neste habitat, mais que natural, uma fonte que nasce das águas limpas, que me invade com ar puro, que me alimenta com seu chão ....
Vale sentir, diamantizar, garimpar.
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Natália Fonceca
Viagem ao Garimpo Real em Diamantina -MG
Eu o vi ali perpassando pelas escuras, ondulando as cristas do seu brilho
Eu o vi resplandecer cores, iluminar olhares, enriquecer-me
De tal maneira, que sem reação, não soube movimentar as pupilas
De tão maravilhosa era o ter, ser, ver DIAMANTE
Diamante em mim, conhecer enfim, ser mais uma a hipnotizar com os encontros dos olhares
Me lambuzar de história, de valorizar, garimpar
De ver, ser e ter esse momento em mim, e pra sempre lembrar que nasci pra contar sobre meus ancestrais.
Natália Fonceca
Vale Preciosidades: Garimpeiro, o que faremos com a sua história ?
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Natália Fonceca
Vale Preciosidades: Garimpeiro, o que faremos com a sua história ?: Em meios as ruas, e inevitável não perceber de onde vens aquela humildade, de onde surge aquele povo. Em certo lugares aparecem os tão proc...
Programa de Sustentabilidade de Espaços Sub-regionais - PROMESO
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Natália Fonceca
Mesorregião do Vale do Jequitinhonha e do Mucuri
| • Apresentação • Área de abrangência e lista dos municípios |
Apresentação
A Mesorregião dos Vales do Jequitinhonha e do Mucuri abrange uma área de 111.653,63 km²(IBGE/2005), congregando 105 municípios dos estados de Minas Gerais, extremo sul da Bahia e norte do Espírito Santo. A população estimada em 2008 pelo IBGE é de 2.114.033 de habitantes, concentrando-se fortemente nos principais núcleos urbanos da Mesorregião: São Mateus, no Espírito Santo; Teófilo Otoni, em Minas Gerais; e Porto Seguro, Eunápolis e Teixeira de Freitas, na Bahia. As microrregiões de Diamantina e Almenara são as que registram as menores densidades demográficas e as demais microrregiões apresentam densidades que variam entre l4,08 e 17,00 hab/km². A população total da mesorregião corresponde a 1,11% do total da população brasileira e, deste total, 55,4% encontra-se distribuída nas microrregiões de maiores densidades.
A baixa qualificação, revelada pelos baixos índices de escolaridade dos trabalhadores e da população em geral, repercute na pequena participação do setor da indústria, seja extrativa mineral, que é mais importante na porção mineira da Mesorregião, seja na indústria de transformação, o que inviabiliza, ao menos a curto prazo, uma mudança no seu padrão de produção ou mesmo um incentivo às mesmas.
O nível de organização da sociedade civil é bastante desigual e não há como se prescindir de um período de aprendizado, em que se identifiquem instituições parceiras, prioridades de campo, formas adequadas de atuação e que se desenvolvam convenções que permitam bom fluxo de informações. A principal diretriz apresentada é o estímulo ao desenvolvimento de projetos integrados. Dessa forma, instituições com experiência de trabalho na região podem contribuir com outras em formação, ao mesmo tempo em que se aumenta a eficiência do gasto federal e se promove uma cultura de integração e de colaboração.
Destaca-se um quadro ambiental e humano que pode ser assim caracterizado: populações pobres e ainda predominantemente rurais, altas taxas de mortalidade infantil, baixa expectativa de vida, forte evasão populacional para outras regiões e estados, distribuição etária desigual, exibindo grande proporção de crianças e idosos.
Os principais motivos desses crescentes indicadores de evasão populacional da região são: o fim da pequena navegação do rio Jequitinhonha; dificuldade de manutenção das articulações comerciais com antigos centros urbanos da Bahia e de Minas Gerais; déficits de energia e infra-estrutura de produção e transporte; forte concentração fundiária, diretamente associada à liquidação dos restos de cobertura vegetal da Mata Atlântica e da ocupação desordenada das chapadas para o plantio de eucalipto, o que levou ao assoreamento dos cursos d’água, aguçando os desequilíbrios ambientais etc.
Neste sentido, investimentos no Capital Social demanda, antes de tudo, alterar o ambiente institucional, isto é, os valores, expectativas, normas e condutas dos sujeitos que protagonizam os processos sociais, a inclusão dos segregados e dos poderes públicos. O sentido da inclusão social reside, assim, na mudança institucional e está na gênese do desenvolvimento social.
A baixa qualificação, revelada pelos baixos índices de escolaridade dos trabalhadores e da população em geral, repercute na pequena participação do setor da indústria, seja extrativa mineral, que é mais importante na porção mineira da Mesorregião, seja na indústria de transformação, o que inviabiliza, ao menos a curto prazo, uma mudança no seu padrão de produção ou mesmo um incentivo às mesmas.
O nível de organização da sociedade civil é bastante desigual e não há como se prescindir de um período de aprendizado, em que se identifiquem instituições parceiras, prioridades de campo, formas adequadas de atuação e que se desenvolvam convenções que permitam bom fluxo de informações. A principal diretriz apresentada é o estímulo ao desenvolvimento de projetos integrados. Dessa forma, instituições com experiência de trabalho na região podem contribuir com outras em formação, ao mesmo tempo em que se aumenta a eficiência do gasto federal e se promove uma cultura de integração e de colaboração.
Destaca-se um quadro ambiental e humano que pode ser assim caracterizado: populações pobres e ainda predominantemente rurais, altas taxas de mortalidade infantil, baixa expectativa de vida, forte evasão populacional para outras regiões e estados, distribuição etária desigual, exibindo grande proporção de crianças e idosos.
Os principais motivos desses crescentes indicadores de evasão populacional da região são: o fim da pequena navegação do rio Jequitinhonha; dificuldade de manutenção das articulações comerciais com antigos centros urbanos da Bahia e de Minas Gerais; déficits de energia e infra-estrutura de produção e transporte; forte concentração fundiária, diretamente associada à liquidação dos restos de cobertura vegetal da Mata Atlântica e da ocupação desordenada das chapadas para o plantio de eucalipto, o que levou ao assoreamento dos cursos d’água, aguçando os desequilíbrios ambientais etc.
Neste sentido, investimentos no Capital Social demanda, antes de tudo, alterar o ambiente institucional, isto é, os valores, expectativas, normas e condutas dos sujeitos que protagonizam os processos sociais, a inclusão dos segregados e dos poderes públicos. O sentido da inclusão social reside, assim, na mudança institucional e está na gênese do desenvolvimento social.
Origem : Ministério da Integração Nacional
HOMO GARIMPEIRUS
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Natália Fonceca
Esse nome foi dado, de tal forma a determinar uma população que começou a surgir em meados dos anos 30, devido à Coroa Portuguesa demarcar um novo distrito, o distrito Diamantino, cuja qual se caraterizava por uma cultura e um meio de trabalho, que surgiu entre o vale, que foi a descoberta do momento, o descobrimento de metais preciosos na região .
Esses metais atraiu muitas pessoas para o distrito, na pretensão de adquirir fortuna de uma maneira rápida. Foram atraídos negros: cativos, libertos e fugidos, entre diversas pessoas vindas de outros países. Com a descoberta desta riqueza, veio uma questão problemática, que é a questão ambiental, como por exemplo a degradação dos cursos d'água causada pelo garimpo mecanizado, um impacto sócio-econômico que radicalizou a população.
Daí começaram a surgir novas leis ambientais, para infringir esses personagens, na qual inviabilizou o garimpo naquela região, causando uma desterritorialização do Homos Garimpeirus. Com o passar do tempo, a extração de minério - principalmente a do diamante - foi se tornando mais extinta, afastando-os do seu âmbito e proporcionando-os, novos meios de sobrevivência. Hoje, por onde andas, Homos Garimpeirus ?
Natália Fonceca - 01/12/2011
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